Laboratório nos EUA afirma ter encontrado anticorpo 100% eficiente contra o coronavírus e pandemia pode chegar ao fim

Se existe hoje um interesse em comum de toda a humanidade, certamente é o de encontrar uma forma de frear o contágio por coronavírus. Um Um laboratório dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira, 15, ter encontrado a cura para a covid-19.

A farmacêutica Sorrento, na Califórnia, descobriu um anticorpo, batizado de STI-1499, capaz de inibir em 100% o vírus no organismo de pacientes infectados em até quatro dias. A empresa busca agora a aprovação das agencias reguladoras para poder testar a eficácia em humanos.

Vacina – Enquanto isso, as pesquisas por uma vacina contra a covid-19 seguem a toda. Existem hoje pelo menos 110 estudos no mundo que trilham o caminho de uma vacina. Oito deles já estão sendo testados em seres humanos.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), duas dessas pesquisas estão nos Estados Unidos, duas na Europa, com participação da Alemanha, França, Reino Unido e quatro na China.

Até agora, apenas um estudo de Pequim entrou na fase dois dos testes em pessoas – e com bons resultados. De acordo com o plano, se tudo funcionar bem, a segunda fase do projeto clínico será finalizada em julho.

Na Europa, resultados promissores vêm da universidade de Oxford, no Reino Unido. Os pesquisadores esperam aprovar a vacina até o começo de setembro.

A confiança é tanta de que tudo dará certo que na Índia, a maior fabricante de vacinas do mundo, já começou a produzir cerca de cinco milhões de doses por mês com base neste estudo, mesmo antes da conclusão. A ideia é que seja uma vacina de dose única e com preço acessível.

Brasil – No Brasil existem pelo menos três linhas de pesquisas em andamento. A única privada é de uma empresa de biotecnologia no interior de São Paulo, em parceria com um laboratório norte-americano, que aposta em uma fusão de proteínas para estimular a imunidade contra o coronavírus.

“Por ser uma emergência global, nós estamos contando com o apoio das agencias regulatórias e do governo para trabalhar muito mais rápido”, conta Helena Faccioli, diretora da Farmacore.