Colesterol alto: 10 sintomas que nunca devemos subestimar

O colesterol é muitas vezes visto como um “perigo silencioso” porque não dá sintomas particularmente importantes até que seja tarde demais. Às vezes, é culpa de dietas inadequadas, em outros casos é uma predisposição genética.

Em qualquer caso, o nível lipídico no sangue deve sempre ser mantido dentro dos limites porque pode expor a risco de doenças cardiovasculares. A primeira defesa é a prevenção, mas aqui estão 10 sinais que podem funcionar como alarmes.

Constipação: A irregularidade intestinal pode ser causada não apenas pelos hábitos alimentares, mas também pela hipercolesterolemia.

Dor de cabeça e tontura: O excesso de gordura forma placas que impedem o fluxo sanguíneo e endurecem as artérias. Essas obstruções afetam a oxigenação, causando tontura e perda de equilíbrio.

Formigamento ou dormência nas extremidades: Sentir desconforto e dor nos braços e pernas é o resultado de um déficit circulatório. Mau hálito. Muitas vezes, esse distúrbio também ocorre em pessoas que cuidam adequadamente de sua higiene bucal. A causa é a má digestão além da alteração do pH da saliva.

Senso de fadiga e astenia: Existem várias razões pelas quais você pode se sentir cansado ou fraco, mas um deles é o baixo fluxo de oxigênio e nutrientes.

Intolerâncias alimentares: Nos casos de colesterol alto, o organismo tende a desenvolver dificuldades no metabolismo de alimentos gordurosos, como frituras, queijos, carnes vermelhas, glúten etc.

Urticária: Coceira, irritação da pele, acne, manchas avermelhadas podem ser efeitos de um sofrimento do organismo que tenta remover o excesso de colesterol.

Tristeza: Um nível elevado de lipídios no sangue e no fígado retarda o metabolismo, influenciando a digestão e dando uma sensação de desconforto ao estômago.

Angina: Hipertensão e má circulação podem sobrecarregar o coração, causando dor torácica mais ou menos leve.

Problemas oculares: Visão borrada, queimação, amarelamento da parte branca do globo ocular são todos os alarmes de má circulação determinados pelo colesterol muito alto.

Cada um desses sintomas pode ser atribuído a várias outras doenças e não possui uma verdadeira validade diagnóstica. No caso de um ou mais desconfortos, é aconselhável entrar em contato com seu médico para realizar outras verificações.

História familiar, sedentarismo e dieta inadequada são alguns dos fatores de risco para o colesterol alto:  Quando se fala em colesterol, as pessoas logo pensam em ovo, bacon, e picanha, e se lembram que o alto nível desse tipo de gordura faz mal ao coração.

Mas não pense que é só comer um hambúrguer com batata frita para que o colesterol no sangue aumente na hora. E mais: você pode evitar alimentos de origem animal e, ainda assim, não se ver livre do “colesterol ruim”.

Diagnóstico: Para saber se uma pessoa tem dislipidemia, o médico solicita um exame de sangue (lipidograma). Hoje não é mais necessário o jejum de 12 horas para medir o colesterol, apenas para os triglicérides, que são mais influenciados pela alimentação.

Todos os indivíduos acima de 10 anos de idade devem ter o perfil de colesterol avaliado. Já em crianças cujos pais tiveram infarto ou doenças arteriais antes dos 55 anos e/ou mães antes dos 65 anos, a avaliação deve ser feita a partir dos 2 anos de idade.

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Fonte: olhaquevideo.com.br / vivabem.uol.com.br